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De:  Campanha Transgenicos <campanhatransg@uol.com.br>
Data:  Sex Jul 20, 2001  6:13 pm
Assunto:  BOLETIM 74 - POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS

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POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
###########################

Car@s Amig@s

O Governo Federal publicou no dia 19/07, no Diário Oficial da União, o Decreto 3.871, que disciplina a rotulagem de alimentos transgênicos no Brasil.
O decreto é escandaloso, apresentando imensas lacunas e imprecisões técnicas, que discutiremos mais adiante.
Mas, mais grave que a permissividade do decreto é o fato de entendermos que esta publicação faz parte de uma estratégia mais abrangente, na qual o governo vem se apressando em diversos setores para regulamentar, da forma mais rápida e precária possível, o cultivo e a comercialização de transgênicos, para liberá-los dentro de pouquíssimo tempo.
Há pouco mais de um mês relatamos que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - MMA), atropelando o trabalho de mais um ano que vem sendo desenvolvido pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente - MMA), publicou um termo de referência que especifica como deve ser elaborado o EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental) para a soja transgênica Roundup Ready (RR), da Monsanto.
A elaboração do EIA/RIMA está entre as exigências da sentença do juiz Antônio Souza Prudente, de 26/06/00, que proibiu o cultivo comercial da soja RR no Brasil. Ou seja, a apresentação do EIA/RIMA pela Monsanto, para avaliação do próprio Ibama, representa um grande passo para a aprovação dessa soja.
A publicação das normas de rotulagem é outra das exigências da sentença do juiz Prudente.
Essa normativa foi feita às pressas, não apresenta qualquer rigor técnico-científico -- pelo contrário, deixa o máximo possível de brechas para que não se possa rotular a maior parte dos alimentos de origem transgênica -- mas representa mais um passo para que o Congresso possa impor os transgênicos ao Brasil antes que se tenha qualquer garantia sobre sua segurança para o meio ambiente, para a agricultura e para a saúde da população.
É triste vermos, mais uma vez, nosso governo se prestar a tão deprimente papel.
Nosso país será o primeiro a perder caso os transgênicos sejam liberados. O primeiro reflexo será no campo econômico, das exportações de produtos agrícolas, onde perderemos o principal diferencial que temos hoje: somos o último grande produtor e exportador de grãos não transgênicos do mundo, com potencial para abastecer os mercados da Europa e da Ásia, onde a rejeição aos transgênicos só faz crescer. A soja brasileira certificada como não transgênica tem sido vendida com prêmio de até 4% sobre o preço. O milho tem recebido prêmios de 5 a 10%. Manter a garantia de fornecimento de grãos “limpos” será muito mais difícil após a liberação dos transgênicos, principalmente porque os cultivos transgênicos, especialmente o milho, têm enormes chances de contaminar cultivos vizinhos.
O Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, uma das ONGs que coordenam a Campanha “Por um Brasil livre de transgênicos” e que atua diretamente na área da rotulagem como instrumento de proteção aos consumidores, elaborou uma nota específica sobre o Decreto da rotulagem de transgênicos, que segue abaixo:

GOVERNO DECIDE NÃO ROTULAR TRANSGÊNICOS
O Idec  Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor lamenta a decisão do governo federal de não rotular os alimentos transgênicos. O Decreto 3.871, de 18/07/01 determina que somente uma pequena parcela dos produtos transgênicos seja rotulada: os alimentos embalados destinados ao consumo humano e desde que com presença de OGM acima do limite de 4 % (quatro por cento). Com o decreto, o consumidor não saberá se o produto é transgênico ou não, se o percentual de contaminação for igual ou menor a 4%. Além disso, se houver mais de um ingrediente transgênico, cada um deles poderá ter este percentual máximo de 4%, sem a necessidade de rotulagem.
Há ainda mais produtos isentos de rotulagem: os produtos in natura e aqueles em que não for detectada a presença de organismo geneticamente modificado  o que acontece com os produtos altamente processados, como os óleos, massas, bolachas, chocolates, etc.

O Decreto 3.871 não tem sustentação técnica ou jurídica
O Decreto está abaixo do Código de Defesa do Consumidor e por isso lhe deve obediência. Como o CDC determina, no artigo 31, que as informações dos produtos devem ser “corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidade, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores”, este Decreto frouxo é ilegal. 
Sob o ponto de vista técnico, não há respaldo científico para a utilização do percentual de 4%. Por que 4?
E, por alguma razão inexplicável, o governo está privilegiando os transgênicos, pois, por exemplo, determinados aditivos, como conservantes e adoçantes artificiais que são usados em quantidades infinitamente menores, devem ser mencionados no rótulo aos consumidores.
Por isto, o Idec considera o Decreto 3.871 um engodo, uma forma disfarçada de esconder do consumidor a informação sobre grande parte de produtos alimentícios transgênicos. “A decisão do governo federal é inaceitável, porque fere o Código de Defesa do Consumidor, fere a decisão judicial em vigor, além de colocar em risco à saúde da população”, segundo a Coordenadora Executiva do Idec, Marilena Lazzarini, “porque a rotulagem asseguraria os direitos básicos do consumidor à informação e à escolha, além de permitir o acompanhamento sobre os efeitos dos transgênicos à saúde ao longo do tempo”. Sem a informação no rótulo, será impossível realizar uma investigação científica capaz de apurar os efeitos do consumo de espécies transgênicas a longo prazo.

Aspecto econômico
A economia brasileira também perderá muito com esta decisão, pois o mercado privilegiado que vinha se abrindo para o país na Europa pode ser perdido. E as próprias indústrias alimentícias que quiserem manter sua produção isenta de transgênicos em respeito aos direitos dos consumidores terão maior dificuldade.

O que o Idec irá fazer?
- Encaminhará uma carta ao Presidente da República solicitando a fundamentação técnico-científica para a determinação do percentual de 4% e questionando outros aspectos inaceitáveis do Decreto;
- Cobrará do Ministro da Justiça uma explicação sobre a proposta oficial original submetida à consulta pública gerando mais de 300 respostas da sociedade que foram ignoradas;
- Solicitará uma audiência com o Presidente da República para discutir a questão, juntamente com as demais organizações de defesa do consumidor do Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor;
- Irá dispor um modelo de carta para todos os consumidores encaminharem ao Presidente da República repudiando o decreto e pedindo sua revogação;
- Multiplicará a divulgação de testes de alimentos transgênicos para alertar a população
- Por fim, o Idec estuda a possibilidade de recorrer à Justiça, se até dezembro de 2001 o Decreto não for alterado.

Como está a questão judicial?
Independentemente do Decreto 3.871, de 18/07/01, a comercialização de produtos contendo ingredientes transgênicos está proibida no Brasil, pois o Poder Judiciário condicionou a liberação de transgênicos à (1) elaboração de estudo de impacto ambiental prévio a cada liberação de espécie transgênica; (2) à avaliação dos riscos à saúde, com base em norma  técnica a ser elaborada pelo governo federal; e, (3) à rotulagem de transgênicos; sendo que as duas primeiras condições ainda não foram cumpridas.

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Neste número:

1. Normas do Codex Alimentarius para transgênicos vão demorar
2. Área ilegal de milho transgênico ainda está intacta
3. Paraná embarca 550 mil toneladas de soja não-transgênica
4. Procter faz recall de batata Pringles no Japão
5. EUA ameaça Tailândia com sanções para impedir a rotulagem de transgênicos
6. Monsanto pede autorização para vender óleo de semente de algodão transgênico
Sistemas agroecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agricultura
1. Certificação Participativa de produtos Orgânicos
2. Feiras de Sementes no Paraná e em Santa Catarina

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1. Normas do Codex Alimentarius para transgênicos vão demorar
A última reunião da Comissão do Codex Alimentarius*, organismo da FAO/ONU que é a referência internacional para a normalização de alimentos, não trouxe qualquer definição significativa sobre as normas de segurança dos alimentos transgênicos.
Apesar de ter havido um consenso** em relação a dois documentos que tratam da análise de riscos desses produtos, para que os mesmos avancem um passo a mais (passo 5 de 8) na definição de uma norma, ainda demorará alguns anos. Essa demora, na verdade, reflete as várias incertezas científicas relacionadas ao tema.
Uma das normas de rotulagem, que trata de definições, retrocedeu a um passo anterior (6) na sua aprovação e deverá ser novamente trabalhada, até o ano que vem, pelo comitê específico do Codex. Outros temas agendados e relevantes, como a rastreabilidade e o princípio da precaução na análise de risco, nem sequer foram tratados, segundo relato da delegação brasileira, por falta de tempo.
Para o IDEC, antes de 2003 não deverá ser aprovada nenhuma norma no Codex sobre transgênicos, confirmando que os países que autorizam o seu consumo (todos integrantes do Codex) agem de forma indevida e imprudente: primeiro, expõem centenas de milhões de pessoas aos riscos desses produtos e, somente depois, buscam elaborar normas para avaliar esses riscos e definir a rotulagem.
* 24ª Reunião da Comissão do Codex Alimentarius, de 2 a 7 de julho de 2001 em Genebra, Suíça.
** Sobre essa decisão, a coordenadora do Comitê Brasileiro do Codex Alimentarius-CCAB informou que Delegação Brasileira não se posicionou, pois os documentos não foram discutidos previamente no Brasil.

2. Área ilegal de milho transgênico ainda está intacta
O Ibama ainda não suspendeu, como determinou a justiça, o campo experimental de milho Transgênico Bt em Santa Cruz das Palmeiras (SP). A área da multinacional Monsanto continua intacta, como constatou a organização ambientalista Greenpeace no domingo. As áreas experimentais de culturas transgênicas foram suspensas em 27 de abril.
Jornal do Brasil, 18/07/01.

3. Paraná embarca 550 mil toneladas de soja não-transgênica
A Sociedade Cerealista Exportadora de Produtos Paranaense (Soceppar) fechou contrato com a Coinbra para exportar um dos maiores embarques de soja não-transgênica pelo Porto de Paranaguá, no Paraná. A carga de 550 mil toneladas terá como destino o mercado francês. Segundo o diretor comercial da Soceppar, José Roberto Correa, a operação vai se estender até janeiro de 2002.
“Faremos o embarque em etapas através do nosso terminal privado em Paranaguá”, disse o executivo. A assinatura de contrato com a Coinbra ocorreu após a realização de alguns testes, realizados em março. No mesmo período, a empresa fez um embarque de 50 mil toneladas de milho não transgênico.
A suíça SGS, responsável pela certificação do farelo de soja não-transgênico, acompanha todo o andamento do embarque, desde a fase experimental. “A fiscalização se inicia na indústria, quando é feito o carregamento do produto e se prolonga até a colocação da carga no navio”, diz Correa. Os lotes não podem ter contato com outros produtos. Em virtude das exigências da SGS, foi reservado um silo especial de cerca de 40 mil toneladas somente para a armazenagem do farelo de soja não-transgênico.
Gazeta Mercantil, 19/07/01.

4. Procter faz recall de batata Pringles no Japão
A Procter and Gamble Far East, unidade japonesa da americana Procter & Gamble, anunciou na terça-feira que vai fazer um recall de suas batatas fritas da marca Pringles. Segundo informações da empresa, foi constatada a presença não autorizada de batatas geneticamente modificadas em alguns lotes do produto.
As duas variedades de batatas transgênicas usadas no petisco  NewLeaf Plus e NewLeaf Y - não foram aprovadas pelas autoridades sanitárias japonesas para consumo humano, de acordo com a própria companhia, embora ambas tenham sido declaradas seguras pelas autoridades sanitárias tanto do Canadá quanto dos Estados Unidos.
Sendo assim, estarão sujeitas ao recall aproximadamente 800 mil unidades de batata frita Pringles produzidas nos Estados Unidos entre 6 de agosto de 2000 e 11 de abril deste ano e exportadas ao mercado japonês.
Tanto a NewLeaf Plus como a NewLeaf Y foram desenvolvidas pela americana Monsanto e são resistentes a insetos e ao "vírus da batata". Antes de barrar a Pringles, o Japão havia proibido a importação de milho transgênico StarLink, da Aventis.
Valor Econômico, 18/07/01.

5. EUA ameaça Tailândia com sanções para impedir a rotulagem de transgênicos
Uma delegação americana de comércio ameaçou impor sanções comerciais à Tailândia caso as propostas para rotular alimentos transgênicos sejam aprovadas e prejudiquem as exportações americanas.
Wichai Chokwiwat, secretário-geral da Agência Tailandesa de Alimentos e Medicamentos, revelou ontem que as ameaças de invocar a Seção 301 das leis americanas de comércio foram feitas durante uma visita oficial em 13 de fevereiro deste ano.
“Eu expliquei a eles que o governo tailandês decidiu em 1999 que produtos alimentícios deveriam levar um rótulo informando a presença de transgênicos para proteger os consumidores”, disse Wichai, completando que as regulamentações envolveriam simplesmente um rótulo especial dizendo “manufaturado com soja / milho geneticamente modificado” para produtos contendo uma concentração de transgênicos maior que 3%. (...)
A delegação americana indicou que qualquer rotulagem de transgênicos é indesejável, disse Wichai, ao avisar que as importações tailandesas, que valem cerca de Bt 400 bilhões (US$ 8.7 bilhões) por ano, estariam na lista prioritária de observação se a Seção 301 for acionada.
Just-food.com editorial team, 19/07/01.

6. Monsanto pede autorização para vender óleo de semente de algodão transgênico
A gigante de biotecnologia Monsanto espera vender óleo de semente de algodão transgênico para indústrias de alimentos na Nova Zelândia e na Austrália.
O óleo de semente algodão pode ser usado na cozinha e há muitas aplicações para o línter de algodão, as fibras grudadas nas sementes. Elas são normalmente usadas por fabricantes de sorvetes e molhos de saladas. A multinacional já solicitou à Autoridade Neo Zelandesa e Australiana para Alimentos para mudar seu código vigente de forma que o óleo transgênico possa ser usado.
Just-food.com editorial team, 18/07/01.

Sistemas agroecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agricultura
1. Certificação Participativa de produtos Orgânicos
Em 1999 surgiu, em Santa Catarina, uma nova perspectiva de certificação de produtos orgânicos: a Rede de Certificação Participativa Ecovida. Esta rede consiste em uma instância virtual, ou seja, sem sede física, que engloba organizações de agricultores, ONGs e entidades de assessoria em agroecologia, organizações de consumidores, profissionais comprometidos com a agroecologia e organizações de representação de agricultores que apoiam a agroecologia.
Esta rede busca trabalhar com objetivos e princípios bem definidos. Dentre os objetivos deste trabalho estão:
- Articular e disponibilizar informações entre as organizações, identificando as que têm propostas consonantes com a rede, levantando dados de diversificação e volumes de produção, além de informações de mercado e aspectos de comercialização de produtos ecológicos.
- Garantir a qualidade dos alimentos e do processo de produção através da certificação participativa, que consiste num processo de co-responsabilidade envolvendo agricultores, consumidores (estabelecendo um envolvimento efetivo entre estes), técnicos e entidades que prestam assessoria. É esse aspecto que torna o processo legítimo e autêntico, indo além da certificação que ocorre hoje, que tira a autonomia dos envolvidos com o processo de produção e acaba por transformar a certificação em mais um nicho de mercado que exclui muitos dos pequenos agricultores.
- Desenvolver e multiplicar as iniciativas agroecológicas, fortalecendo os grupos que já têm esta prática, tornando-os referência e propiciando o surgimento de novas iniciativas.
- Aproximar agricultores e consumidores, entendendo que os consumidores são os maiores aliados dos agricultores no fortalecimento da agroecologia. Potencializa-se esta relação através da venda direta de produtos aos consumidores, feiras livres, entregas domiciliares, etc.
- Ter uma marca selo que expresse todo este processo, o compromisso e a qualidade. Esta marca representa mais do que um selo, é uma proposta consciente e responsável, visando à qualidade de vida e à cidadania.
Dentre os princípios da Rede estão ter a agroecologia como base para o desenvolvimento sustentável, trabalhar com grupos e não com agricultores isolados, não cobrar pela certificação e seguir as normas nacionais de produção orgânica e de funcionamento da Rede.
A Rede conta atualmente com 35 grupos e associações cadastradas, abrangendo 30 municípios em Santa Catarina, totalizando 383 famílias, cinco ONGs de assessoria e profissionais comprometidos.
Há uma grande expectativa de que esta Rede seja um importante ator  no processo de fortalecimento da Agroecologia de Santa Catarina, com perspectivas de integração com movimentos agroecológicos de outros estados.
Criada em Santa Catarina a rede Ecovida de Agroecologia In: Agroecologia em Santa Catarina, Lages: Centro Vianei de Educação Popular, 1999. n 2, p.4-5.

2. Feiras de Sementes no Paraná e em Santa Catarina
Dia 22 de julho - Porto União - SC
Dia 22 de julho - São Mateus do Sul - PR
Dia 29 de julho - Lapa - PR
Iniciadas em 1999, as Feiras de Sementes fazem parte do Programa Regional de
Manejo Sustentado da Agrobiodiversidade,
que envolve diretamente cerca de 5 mil famílias de agricultores do Centro-Sul do Paraná. No último ano, as feiras foram visitadas por mais de 20 mil pessoas de todas as regiões do país, entre agricultores, técnicos, pesquisadores, estudantes e demais interessados.
Os eventos são organizados pela AS-PTA e pelo Fórum das Organizações dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Centro-Sul do Paraná e caracterizam-se como um importante espaço para o livre intercâmbio de sementes, mudas, informações e conhecimentos.
Até o final de setembro outras 10 feiras serão realizadas na região. Em breve divulgaremos suas datas e locais.
maiores informações: aspta@net-uniao.com.br

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