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De: "Luiz Meira" <luizmeira@terra.com.br> 
Data: Qua Mar 23, 2005  3:40 pm 
Assunto: Açucar_Veneno_branco 
luizmeira 
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 Prezados participantes,
    Envio esta brilhante exposição do Cláudio Lima, relembrando que o sabor adocicado saudável pode ser usufruído das frutas secas ou doces de frutas maduras aquecidas em fogo brando. Atenciosamentehttp://luizmeira.com
 +19   9612 6029
----- Original Message -----  To: Luiz Meira Sent: Thursday, March 03, 2005 4:32 PMSubject: Re: Açucar_Veneno_branco
 COMO O AÇÚCAR NOS ENVELHECE

Vale a pena prestar atenção na resposta a essa
pergunta: por causa dos efeitos adversos das elevações
de açúcar nos órgãos do corpo. A esse processo se dá o
nome de glicosilação. Sabendo como a glicosilação pode
afetá-lo, talvez você nunca mais tenha tanto prazer em
comer a sobremesa. O processo foi muito bem
pesquisado, mas o público em geral não o conhece bem,
por isso tentarei explicá-lo.
Que já derramou um pouco de açúcar na mesa e depois
teve que limpá-la descobriu que o açúcar é uma
substância pegajosa. Quando há açúcar demais na
corrente sanguínea, essas moléculas pegajosas de
glicose se ligam às proteínas. É esse processo de
ligação com a proteína que denominamos glicosilação
(conhecido tmabém como glicação). Ao se ligar à
proteína em lugares aos quais não pertence, a glicose
inicia uma lenta cadeia de reações químicas que
termina com a ligação de proteínas, ou ligação
cruzada, e formação de uma nova estrutura química. O
brilhante bioquímico Anthony Cerami, que descobriu o
processo de glicosilação em tecidos vivos, deu a este
processo um nome que, em inglês, é muito
representativo: Advanced Glycosylation End-products
(que, abreviado, torna-se AGE, envelhecer em inglês) -
os produtos finais da glicosilação avançada.
Por que eles são tão perigosos? Porque o que acontece
com seus tecidos em função da exposição ao excesso de
glicose é examatamente o que acontece com a carne
quando queima. Na verdade, é como se estivéssemos nos
cozinhando em fogo baixo por dentro. A glicosilação
alter a a própria estrutura das proteínas e a simpedem
de exerce suas funções originais. O colágeno é uma das
primeiras proteínas a serem afetadas. Colágeno é o
tecido conjutivo duro, porém flexível, que mantém o
esqueleto de pé, prede os músculos aos ossos e serve
como alicerce para vasos sanguíneos, ossos, pulmões e
cartilagem. Quando o colágeno torna-se glicosilado,
formam-se AGEs. A ligação cruzada destrói a
flexibilidade do colágeno, o que significa quie os
vasos sanguíneos, pulmões e juntas enrijecem e a pele
despenca. Os AGEs também nublam as proteínas no
cristalino dos olhos, causando catarata.
Os AGEs afetam também outras proteínas. A glicose
combina-se facilmente com a proteína hemoglobina do
sangue - na verdade, essa é a base de um exame de
sangue valioso para o diagnóstico do diabetes, chamado
GHb (glicosylated hemoglobin - hemoglobina
glicosilada). O GHb determina a média de açúcar na
corrente sanguínea durante vários meses consecutivos.
Indica quanto envelhecemos durante esse tempo.
Os AGEs afetam a produção de mais de 50 mil proteínas
diferentes produzidas pelo organismo para regular suas
funções.
Entre elas estão as enzimas antioxidantes que nos
protegem dos radicais livres. Quando a glicose se liga
a essas enzimas, elas se tornam desativadas. Muitas
outras proteínas fazem parte de complexas cascatas
químicas que transportam mensagens no organismo,
ativam e desativam genes, reparam danos e  controlam o
crescimento e a duplificação celular. Quando essas
proteínas de controle são danificadas pelos AGEs, as
mensagens químicas são mutiladas, ou não chegam ao seu
destino. O funcionamento adequado de uma célula é
afetado, o que, por sua vez, causa outros problemas
mais adiante. Se esse rompimento causar a
ativação/desativação inadequada de um gene, ou se
disser a uma célula para se replicar quando não
deveria, inicia-se o processo que leva ao câncer e
outros problemas. É possível que os AGEs possam até se
ligar diretamente ao DNA do núcleo da célula. Embora o
processo ocorra muito lentamente, a longo prazo
causaria sério danos em células que não se reproduzem,
como as do coração e do cérebro.
Os pegajosos AGEs tendem a formar blocos de proteínas
com ligação cruzada, blocos esses bastante semelhantes
às placas encontradas nos cérebros de pacientes de
Alzheimer. Na realidade, os níveis de AGEs encontrados
nessas placas foram três vezes maiores do que o nível
encontrado nos cérebros normais, o que sugere que eles
seriam responsáveis, pelo menos em parte, pela
progressão dessa terrível doença.

O AÇÚCAR E O  CRESCIMENTO

Como o nome sugere, o hormônio do crescimento diz ao
organismo para crescer, manter-se e corrigir-se. A
palavra "anabólico", que significa "costruir tecidos e
funções", aplica-se perfeitamente ao HGH (human growth
hormone). Além disso, o HGH é muito importante para o
metabolismo - participa de quase todos os aspectos do
uso de energia e eliminação de impurezas do organismo.
Ele também diz ao organismo quando queimar gordura dos
tecidos para gerar energia.
O sistema endócrino é um conjunto de loops de feedback
muito complexos e delicadamente equilibrados, cujo
objetivo é manter o organismo funcionando em
equilíbrio. O HGH é, quantitativamente, o hormônio
mais importante secretado pela glândula hipófise,
localizada na base do crânio. Qundo recebe uma
mensagem de outra parte de estímulo glandular de seu
cérebro, o hipotálamo, a glândula hipófise libera HGH.
O HGH é então transportado até o fígado, onde estimula
a produção de substâncias semelhantes aos hormônios
conhecidas como fatores de crescimento de insulina. O
mais pertinente deses é o fator de crescimento de
insulina ! (insulin growth tactor 1(IGF-1)), já que
atua diretamente com o HGH para regular o metabolismo
e promover o crescimento. Na verdade, o IGF-1 pode ser
administrado junto com o HGH, ou separadamente, para
se obter resultados quase idênticos.
O HGH é secretado pela glândula hipófise em um ciclo
de rajadas curtas durante o dia, aproximadamente uma a
cada quatro horas mais ou menos. Cerca de 70% da
produção de HGH acontece à noite, durante o sono. (O
nível de IGF-1, no entanto, permanece quase constante
durante o dia). Quando a quantidade suficiente de HGH
é secretada, o hipotálamo envia uma segunda mensagem
para a glândula hipófise, usando um hormônio chamado
somatostatina (conhecido também como fator de inibição
do HGH). A somatostatina diz para a glândula hipófise
parar de produzir o HGH durante algum tempo. A
produção de somatostatina parece aumentar com a idade.
Essa pode ser uma das razões pela qual o nível de HGH,
que atinge seu ápice durante a adolescência, diminui
pouco a pouco, a um ritmo de 14% a cada dez anos. Aos
60 anos, mais ou menos, produzimos apenas cerca de 25%
do HGH que produzíamos aos 20 anos. 

 
 

Um grande abraço,

Cláudio Lima - Terapeuta Naturalista
MSN: joshua_lima@hotmail.com
+12 9764-1410

Shalom!!!
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"Aprender é descobrir o que já se sabe.
Praticar é demonstrar o que se sabe.
Ensinar é lembrar aos outros que
eles sabem tanto quanto você.
Todos são alunos, praticantes e professores".
(Richard Bach)
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