Olá! | Sementes | Clínica Doméstica | Iridologia | Alergia | Transgênicos
Adicione ao seu Google esta caixa de procura em luizmeira.com
 

De:  "Luiz Meira"
Data:  Dom Jul 25, 2004  3:37 pm
Assunto:
Água de torneira

 Esta mensagem é para lembrar de usarem água mineral para fazerem café, sucos e cozinhar a comida...     A visualização deste link sobre cristalização da água, ajudará a iluminar nosso pensar :)
     A questão do Flúor, associada ao iodo no sal, ao cloro ativo junto aos solventes da limpeza , ao abuso de sal e óleo na comida...
 
    Lembrar que diariamente ocorrem dezenas de rupturas simultâneas entre a rede de esgotos e a de água. Os alagamentos rotineiros também contribuem para a contaminação da rede de água. Nos grandes centros temos também a contaminação de resíduos industriais que a maioria das técnicas purificadoras de água não conseguem eliminar.
 
Quanto aos cuidados com os dentes, seria melhor investir no consumo de Coco maduro, milho cozido na espiga e similares, que limpam os dentes e redistribuem as pressões entre as arcadas, orientando o crescimento harmônico dos dentes, evitando também custos ortodônticos.
 
    Ao diminuirmos a ingestão de sal de cozinha, estaremos diminuindo também a necessidade de líquidos em geral, nos expondo menos às possíveis intoxicações inconscientes. mensagens anteriores que abordam o assunto:
160 - Água
240 - Sal e Água
252 - Gatorade
370 - Conselho
Abraços
luizmeira.com
+19   9612 6029
 

Mensagem Original 
De: Raphael Girsas 
Enviada em: sábado, 17 de julho de 2004 23:45 
Assunto: Fw: Veneno_na_torneira   Oi pessoal cuidado c o flúor. 
  Raphael Girsas 
  > 
  > Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe 
  > dissessem que, sem o seu conhecimento, administram 
  > regularmente medicamentos com uma substancia mais 
  > venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade 
  > óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, 
  > que é o componente principal das drogas que alteram o 
  > cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e 
  > conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de 
  > pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é 
  > essa? O flúor na água potável. 
  > 
  > A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das 
  > cáries. Por isso foi acrescentado à maioria 
  > dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao 
  > dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do 
  > flúor há um aspecto muito ameaçador. 
  > 
  > Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície 
  > dos dentes, porém, também trata-se de um elemento 
  > altamente tóxico relacionado com um grande número de 
  > doenças físicas e mentais. Estudos publicados 
  > recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido 
  > hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável 
  > do Reino Unido pode produzir danos genéticos. 
  > 
  > Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma 
  > pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do 
  > flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. 
  > Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da 
  > campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão 
  > convencidos de que em muitos países da Europa 
  > Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro 
  > esquema de medicação massificada que foi usado na 
  > Alemanha nazista. 
  > 
  > Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de 
  > inocentes foram exterminados nos campos de 
  > concentração alemães. A morte por doenças, inanição e 
  > extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era 
  > complementado com o emprego de drogas e produtos 
  > químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um 
  > clima de temor tinham encontrado um método simples de 
  > controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos. 
  >
 
  >
  > Jovens sobreviventes do campo de concentração de
  > Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas
  > "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio,
  > que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros.
  > Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda
  > é promovido em diversos países. O flúor também é
  > empregado como componente ativo de poderosos
  > tranqüilizantes.
  >
  > Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito
  > pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e
  > narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as
  > submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os
  > comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao
  > abastecimento d'água.
  >
  > Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente
  > os serviços de inteligência. Consideraram que a água
  > fluorada era o meio ideal para controlar as populações
  > depois de seus países terem sido invadidos.
  > Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos
  > químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a
  > encarregada da produção massificada de flúor destinado
  > aos campos de extermínio e a outros futuros usos
  > possíveis.
  >
   
 
  > No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos
  > encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador
  > especializado em química, patologia e fisiologia, de
  > estudar a técnica de controle da mente de I. G.
  > Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve
  > várias conclusões assustadoras. Informou que "quando
  > os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar
  > a Polônia, ao estados maiores alemão e russo
  > intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares.
  > Os russos adotaram o esquema de controle de massa
  > através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente
  > aos seus planos de domínio do mundo..."
  >
  > Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa
  > pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos,
  > porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben
  > e suas relações industriais, revela algumas conexões
  > suspeitas.
  >
  > A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e
  > estabeleceu laços através de Wall Street com a
  > companhia de automóveis de Henry Ford, com a General
  > Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil,
  > propriedade da família Rockfeller.
 
 > Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos 
  > nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda 
  > Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma 
  > das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram 
  > bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados 
  > durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse 
  > que os comandantes das missões de bombardeio tinham 
  > instruções, procedentes provavelmente dos altos 
  > escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem 
  > esses edifícios. Porém, por qual motivo? 
  > 
  > Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como 
  > a fundação Rockefeller e a família Ford tinham 
  > incentivado publicamente as políticas de controle de 
  > população a longo prazo. Também sabe-se que certo 
  > numero de pessoas influentes do comércio e da 
  > industria tinham investido grandes somas de dinheiro 
  > nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. 
  > Entre elas a família Mellon. 
  > 
  > Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como 
  > uma organização independente para patrocinar avanços 
  > na ciência e na industria. O instituto também 
  > participou da "descoberta" do flúor como "um 
  > maravilhoso preventivo das cáries dentárias". 
  > 
  > A família Mellon também fundou a Aluminium Company of 
  > America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente 
  > tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi 
  > processada com freqüência por envenenar gado, 
  > colheitas e correntes de água. As medidas de segurança 
  > eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para 
  > eliminar esses custos e, talvez, até tornar os 
  > materiais residuais rentáveis? 
Educação a Distância 
  > Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a
  > primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para
  > o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em
  > meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não
  > foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária
  > e sim, por uma tentativa de pacificar a região.
  >
  > A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor
  > financiaram a pesquisa que parecia indicar que
  > pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas
  > para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria
  > que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os
  > incentivadores concentraram-se no que eles viam como
  > vantagens para a saúde, ignorando por completo os
  > desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa
  > substância tão tóxica.
  >
  > Os cientistas que trabalham para a American Dental
  > Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA
  > continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os
  > fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e
  > organizações de pressão questionassem as manifestações
  > do grupo partidário do flúor, a opinião pública
  > aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo
  > protetor dental.
  >
   
 
  > Diante da inquietação de muitos cientistas que
  > questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA
  > lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A
  > aprovação do United Stades Public Health Service (
  > USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga
  > maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias
  > cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o
  > flúor em seus abastecimentos de água. Os
  > propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições
  > que recebiam protestos aos quais não davam resposta e
  > foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso
  > do flúor em escala nacional.
 
  > Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou
  > milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para
  > promovem o uso do flúor em outros países e muitas
  > nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos
  > países europeus deixaram-no de lado e outros que
  > tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos
  > seus efeitos adversos contra a saúde e à sua
  > ineficácia geral.
  >
  > A crença comum é a de que o tratamento com flúor é
  > efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram
  > que a sua proteção desaparece antes da pessoa
  > completar 20 anos. De fato, muitos especialistas
  > afirmam que não existem provas de que o flúor seja
  > benéfico para o dentes.
  >
  > Causando grande perturbação no US National Institute
  > of Dental Research (NIDR), as análises independentes
  > de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados
  > odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos,
  > demonstraram que praticamente não havia nenhuma
  > diferença no número de cáries entre as crianças que
  > viviam em regiões onde esse tratamento não era
  > aplicado.
  >
  > A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora.
  > Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves
  > prescritos para a depressão, até os poderosos
  > medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em
  > uma indústria multimilionária.
  >
  > Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor,
  > aumentando profundamente a potência dos outros
  > componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor
  > no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um
  > tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são
  > fabricados pela Roche Products, uma filial da
  > I.G.Farben, juntos com outros medicamentos
  > semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado
  > Stelazine é empregado profusamente em asilos e
  > instituições para doentes mentais em todo o mundo.
  >
  > À medida que revela-se mais informação sobre o
  > acréscimo de flúor na água a ansiedade do público
  > aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos
  > que provam a efetividade do flúor na prevenção contra
  > as cáries dentárias, porem, a união de cientistas
  > profissionais da US Environmental Protection Agency
  > indicam a existência de encobrimentos deliberados dos
  > graves riscos para as populações assim como a
  > difamação e até a demissão dos cientista que se
  > atrevem a falar da verdade.
  >
  > Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um
  > "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má
  > higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros,
  > trata-se de um método desleal e cínico para modificar
  > nosso comportamento e de um meio que permite a
  > industria rentabilizar um perigoso produto residual.
  > Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de
  > água como um medicamento massificado forçado. A
  > negação dos riscos para a saúde por parte dos
  > organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o
  > uso do flúor serve como uma forma de controle social.
  > Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos
  > documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos
  > regimes desse século.
 
 
  > TESTEMUNHA 
  > 
  > Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl 
  > spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma 
  > provocada por sua exposição a produtos químicos 
  > clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, 
  > durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem 
  > stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos 
  > tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi 
  > afetada com o uso desse produto: 
  > 
  > "Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou 
  > sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei 
  > equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis 
  > anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria 
  > de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, 
  > espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, 
  > glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. 
  > Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei 
  > a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu 
  > trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na 
  > coluna e nas articulações." 
  > 
  > Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para 
  > esse problema ao conhecimento do publico? 
  > 
  > "Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 
  > 1977, alegando que minha situação era resultado do 
  > medicamento que me havia sido prescrito. Até agora 
  > concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por 
  > minha invalidez provocada pela candidiase e pelo 
  > glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da 
  > companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa 
  > situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como 
  > poderei remediar isso? 
Educação a Distância 
  >    DESAFIANDO O PARLAMENTO
  >
  > Peter Robinson
  >
  > Apesar da generalizada oposição. Em 1973,
  > estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de
  > uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório
  > de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que
  > "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva
  > para avaliar os benefícios de cada um dos programas de
  > uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte".
  >
  > Com a ajuda da National Pure Water Association.
  > Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o
  > Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da
  > Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes
  > perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa
  > que prove a efetividade e a inoculidade do uso do
  > flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório
  > que prova a periculosidade e a ineficácia da água
  > fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.
  >
   
 
  > RECONHECIMENTO OFICIAL
  >
  > Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve
  > um indenização de 1.000 libras do fabricante de
  > dentifrícios Colgate-Palmolive.
  >
  > Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal
  > evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes
  > fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem
  > cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os
  > últimos cinco anos, mais de trezentas famílias
  > processaram os fabricantes de produtos fluorados.
  >
  > Apesar das angustiantes provas, a British Medical
  > Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a
  > idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos
  > dentários não é nociva. A BMA também pressiona o
  > governo para que convença mais companhias de água do
  > Reino Unido a acrescentar o flúor em seus
  > abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica
  > entre os médicos, que continuam divididos sobre os
  > benefícios do uso do flúor na água potável.
Educação a Distância
  > REALIDADES DO FLÚOR
  >
  > - O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade
  > na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão
  > (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da
  > ordem de 1,5 ppm.
  >
  > - Em um relatório da Universidade da Flórida é dito:
  > "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é
  > suficiente para fazer com que as reações sensoriais e
  > mentais fiquem mais lentas".
  >
  > - Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões
  > de alta concentração de flúor na água com a ocorrência
  > graves doenças dentárias.
  >
  > - No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de
  > pessoas bebem água fluorada artificialmente.
  >
  > - A US Food and Drug Admistration considera que o
  > flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não
  > existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o
  > consideram como um nutriente essencial nas dietas.
  >
  > Fonte: http://www.umanovaera.bighost.com.br/
  >
  >
  > Eu sempre digo de forma provocativa que hoje em dias
  > somos todos imuno deprimidos pelas seguintes razões:
  >
  > 1. Utilização de cremes dentais contendo Flúor.
  > Existem inumeros relatórios dando conta da ação imuno
  > depressora do Flúor que duraria até 6 horas.
  > Tres escovas ao dia significa 18 horas de
  > imunodepressão. O Flúor é um alogeneto altamente
  > reativo.
  > 2. Consumo e utilização de Agua Fluoretada - Pelas
  > mesmas razões acima. Esse é o grande embuste sobre a
  > população. O flúor sub produto da indústria de
  > fertilizantes seria um tremendo estôrvo se algum
  > "esperto" não tivesse convencido as autoridades de que
  > o Flúor diminui a incidências das cáries. Isso não é
  > verdade. No Japaõ o Flúor é proibido e o índice de
  > cáries é inferior ao nosso.
  > 3. Consumo e utilização de água Clorada. O cloro é
  > segundo elemento mais reativo depois do Flúor. É
  > sabidamente imuno depressor. Além do mais o Cloro não
  > vai saber diferenciar entre uma célula de bactéria e a
  > célula do seu corpo. É venenoso a qualquer
  > forma de vida e ponto final.
  > 4. Consumo excessivo de açucar refinado. O açucar é
  > imuno depressivo. Experimentos em culturas de
  > leucócitos incubados em doses crescentes de sacarose
  > demonstraram a perda progressiva da sua competência.
  >
  > Diante do acima exposto eu acho ser possível qualquer
  > individuo ter especialmente Candida na forma invasiva
  > típica daqueles estados de imuno depressão clássicos
  > com portadores de HIV e cancêr. Pelas mesmas razões
  > acima (além de um cem número de outras de ordem
  > nutricional como alimentos vazios, contaminados,
  > etc... e de um outro tanto de ordem ambiental) é que
  > eu creio que viroses e outras doenças estão
  > encontrando terreno fértil para proliferarem-se
  > descontroladamente.
  > Ficar-mos repetidamente tentando culpar esse ou aquele
  > agente infeccioso só irá beneficiar todo o esquema
  > armado para pesquisar (bilhões de dólares),
  > criar-se agentes terapêuticos químicos (mais outros
  > bilhões de dolares) e finalmente ministrar-se esses
  > agentes quimioterápicos a população (essa é a melhor
  > parte da brincadeira na qual os laboratórios se
  > locupletam por exercerem monopólio sobre a venda
  > desses produtos).
  > Agentes infecciosos existirão sempre e sempre
  > existiram. O terreno para a proliferação
  > dos mesmos está aumentando dia a dia com a progressiva
  > degradação do meio ambiente.
  > Essa é na minha opinião a razão para o aumento
  > progressivo do número de doenças.
  >
  >
  >
  > Um grande abraço,
  >
  > Cláudio Lima - Terapeuta Naturista
  > +12 9764-1410
  > MSN: joshua_lima@hotmail.com
  >
  > SHALOM Educação a Distância

Educação a Distância


 
Adicione ao seu Google esta caixa de procura em luizmeira.com
 Olá! | Sementes | Clínica Doméstica | Iridologia | Alergia | Transgênicos 
 
Luiz Meira 
medicina de família
crm 41.521
+19 9612 6029
msn :) falecom@luizmeira.com